A influência da bíblia nas civilizações

Hoje é o dia da Bíblia. Rendemos a Deus nosso tributo de gratidão por esse presente especial. Ela não é fruto da lucubração humana, mas da revelação divina. Ela não procede da terra, mas do céu. Sua origem está em Deus, não no homem.

A Bíblia é o farol que alumia as nações. Todas as civilizações que foram edificadas sobre o alicerce das Escrituras prosperaram. Aonde a luz chega, as trevas não prevalecem. Aonde a verdade é anunciada, o erro é desmascarado. Aonde o conhecimento é buscado, a ignorância e o misticismo não florescem. Foi por isso que as nações que cresceram bebendo o leite genuíno da Palavra de Deus floresceram e progrediram, enquanto aquelas que taparam seus ouvidos à voz da verdade ficaram imersas em um obscurantismo medonho.

Quando o missionário John Paton terminou a tradução do Novo Testamento na língua africana aniwan, um velho chefe tribal perguntou-lhe: “O livro fala?” O missionário respondeu: “Sim, agora ele fala em sua língua”. John Paton pôs-se a ler trechos do Novo Testamento para o velho tribal. As palavras entraram em seu coração. Então, agarrando o livro, comprimindo-o ao peito, exclamou: “O livro fala, o livro fala!” Sim, a Palavra de Deus é viva e eficaz.

Certa feita, chegou à Ilha de Fidji um ateu estadeando sua crença evolucionista a um grupo de cristãos. Com ar de arrogância, blasonando sua cultura atéia, enaltecendo sua pretensa ciência, começou a ridicularizar as Escrituras Sagradas e a menosprezar a fé sincera daqueles nativos.

Imediatamente, o chefe daquela tribo dirigiu-se ao altivo ateu, dizendo: “O senhor está vendo aquele velho forno? Ali assávamos carne humana; não fosse a Bíblia e a transformação que Deus realizou em nós pela sua mensagem, hoje, o senhor seria o nosso jantar”. A Bíblia fez uma diferença tão grande naquela tribo, que o turista altivo em vez de ser o jantar, foi convidado para jantar.

A Bíblia não é simplesmente um livro de religião, ela é a Palavra de Deus na voz humana. Os grandes luminares da filosofia e os fundadores de segmentos religiosos significativos não alcançaram esta verdade eterna. Sócrates defendia a vingança contra os inimigos. Platão era defensor do infanticídio e da prostituição. Maomé defendia a poligamia. Os Vedas permitiam o roubo. A filosofia estóica é fatalista.

A filosofia epicurista é hedonista. Mas a Bíblia é a revelação inerrante, infalível e suficiente de todo o conselho de Deus. Aonde ela chega e sua mensagem é proclamada e crida, vidas são transformadas, famílias são restauradas e nações são reerguidas das cinzas.

Os grandes avanços sociais que a humanidade conhece são resultado do exame das Escrituras, como a libertação dos escravos, o resgate da dignidade e direitos da mulher e da criança. As grandes conquistas no campo cultural, econômico, social e político também foram fruto do exame das Escrituras. O apogeu da melhor música foi inspirado pelas Sagradas Escrituras. Ouça Criação, de Haydn; O Messias, de Haendel; Elias e S. Paulo, de Mendelssohn, assim também, Bach, Mozart, Gounod, e saberá que as verdades eternas da Bíblia foram e ainda são a maior fonte inspiradora desta sublime arte.

A Bíblia, também, foi o grande instrumento que trouxe ao mundo a maior revolução religiosa de todos os tempos, a Reforma Protestante do século XVI. João Calvino diz que a Bíblia é o cetro pelo qual o Rei celestial governa a sua igreja. Lutero afirmava:

“Minha consciência é escrava da Palavra de Deus”. O entendimento dos reformadores era que onde a Bíblia não tem voz, não devemos ter ouvidos.

Rev. Hernandes Dias Lopes.

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