A saudação do apóstolo paulo à igreja de filipos

INTRODUÇÃO

1. Esta carta é um recado de amor mais do que uma exposição teológica

A Carta de Paulo aos Filipenses é um bilhete de amor, onde Paulo abre o coração e deixa transbordar sua alegria, sua gratidão e seu profundo amor por esta igreja que foi ao longo do seu ministério sua parceira no sustento e manifestação de amor (4.15,16,18). Não obstante Paulo tratar de grandes temas teológicos nesta epístola, seu escopo principal foi agradecer esta igreja, a primícia do evangelho na Europa, por sua generosidade.

2. Esta carta tem particularidades dignas de serem notadas

Queremos destacar alguns pontos relevantes acerca dos aspectos singulares desta carta.

Em primeiro lugar, esta carta reflete o sucesso do propósito divino. Paulo entrou na Europa por expressa orientação divina. Foi Deus quem abriu as portas da Europa para o evangelho. Esta igreja nasceu no coração de Deus antes de nascer da estratégia missionária de Paulo. Agora, esta igreja plantada por direção divina torna-se num exemplo de amor, serviço e abnegação (4.15,16,20; 2Co 8.1-4).

Em segundo lugar, esta carta reflete que o sofrimento pelo evangelho pode ser transformado em alegria no evangelho. Paulo plantou a igreja de Filipos debaixo de açoites e prisão. Ele gerou aquela igreja regando o solo com lágrimas e sangue. Mas, exatamente essa igreja, tornou-se a coroa da sua alegria e o motivo maior da sua consolação e sustento (4.1).

Em terceiro lugar, esta carta reflete que nenhuma circunstância pode frustrar os benditos propósitos de Deus. Paulo escreve esta carta de Roma, onde está preso e algemado. Porém, as circunstâncias adversas, em vez de oprimir Paulo e por barreiras ao evangelho, abrem ainda mais avenidas para a sua proclamação (1.12-18). O plano de Deus é invencível.

Em quarto lugar, esta carta reflete a verdade gloriosa de que a alegria do cristão é ultracircunstancial. Nos quatro capítulos desta carta Paulo lida com quatro ladrões da alegria: circunstâncias (1.12); pessoas (2.1-4); coisas materiais (3.19) e, ansiedade (4.6,7). A alegria do cristão não é ausência de problemas nem está colocada em coisas; porém, ela procede de Deus, é sustentada por Deus e consumada por ele. O evangelho que nos alcançou é a boa nova de grande alegria. O reino de Deus que está dentro de nós é alegria no Espírito Santo. O fruto do Espírito é alegria. A ordem de Deus para nós é: “Alegrai-vos”. Esta alegria o mundo não pode dar nem tirar. Esta é a alegria ultracircunstancial.

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