O desatino de uma lei que regulamenta a relação homoafetiva

O Supremo Tribunal Federal reconheceu como legal e legítima a união homoafetiva, dando às pessoas do mesmo sexo, que vivem juntas, todas as garantias da lei como se casadas fossem. Essa é a tendência de uma sociedade secularizada que não leva em conta a verdade de Deus. A raça humana, na sua corrida desenfreada rumo à degradação dos valores morais, abafa a verdade, amordaça a voz da consciência e conspira contra os princípios absolutos que emanam da Palavra de Deus. A ira de Deus, porém, se revela desde o céu contra toda essa impiedade e perversão e o primeiro sinal dessa ira é que as pessoas perdem qualquer senso de culpa. Elas pecam e não sentem mais tristeza pelo pecado. Antes, aplaudem suas loucuras, fazem apologia de sua decadência e censuram aqueles que discordam de sua sandice, rotulando-os de radicais. Vamos, aqui, examinar alguns aspectos dessa decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal à luz das Escrituras:

1. A decisão conspira contra a Palavra de Deus. Ao longo da história as constituições procuraram se inspirar na Palavra de Deus, a carta magna da liberdade e da justiça. A relação homoafetiva, ou seja, a união entre pessoas do mesmo sexo está na contramão da verdade de Deus. É uma abominação para Deus (Lv 18.22). Trata-se de um erro, uma disposição mental reprovável. Não é uma relação de amor, mas uma paixão infame (Rm 1.24-28). Se a Palavra de Deus é infalível e inerrante, qualquer lei humana que atente contra ela, constitui-se em conspiração contra Deus e em vileza contra a raça humana. Mais do que isso, a decisão do STF conspira também contra a Constituição Federal, pois esta define casamento como a união entre um homem e uma mulher.

2. A decisão conspira contra a família. Quando o Supremo Tribunal Federal concede a um “casal” homossexual o direito e o privilégio de adotar uma criança, perguntamos: Que tipo de educação essa criança vai receber? Sob que influência essa criança vai crescer? Que valores morais ser-lhe-ão transmitidos? Os pais ensinamos filhos não apenas com palavras, mas, sobretudo com exemplo. É a prática homossexual um comportamento a ser promovido e recomendado? Queremos ver nossas crianças seguindo por esse caminho? Levantaremos essa bandeira? A verdade dos fatos é que a nossa sociedade perdeu a noção de certo e errado. Nessa sociedade permissiva não há mais a ideia de pecado. Tudo é permitido. Nada é proibido. Há uma inversão de valores. Faz-se apologia daquilo que Deus abomina e cumula-se de benefícios aquela relação que Deus chama de disposição mental reprovável, erro e torpeza. Abre-se, assim, as comportas do grande abismo. As torrentes da maldade inundarão as famílias e a sociedade, sob os auspícios da lei.

3. A decisão conspira contra a sociedade. Um “casal” homossexual não pode cumprir o papel da propagação da raça. É um “casamento” que legitima uma relação contrária à natureza. Trata-se de uma lei que legaliza aquilo que Deus considera ilegítimo. É uma constuição humana que conspira contra a constituição divina. É o homem inculcando-se por sábio, mas tornando-se louco. As leis justas são inspiradas na lei de Deus. As constituições mais humanas sempre espelharam a Palavra de Deus.

Por isso, quando uma nação despreza a verdade de Deus, avilta a ética e atenta contra a família. Contra todas as racionalizações humanistas, que buscam sacudir o jugo de Deus para abraçar o relativismo moral, a Bíblia é categórica em nos dizer que: “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor” e não a nação que promove o pecado e faz troça da virtude, chamando luz de trevas e trevas de luz (Is 5.20). A sociedade que anda no trilho da verdade e pauta sua conduta pelas Escrituras, marcha resoluta pelas veredas da justiça e colhe os frutos sazonados da santidade e da bem-aventurança. Aqueles, porém, que entram pelos atalhos do descalabro moral, caem nas insídias do pecado e colhem os frutos amargos da sua própria insensatez.

9 comentários em “O desatino de uma lei que regulamenta a relação homoafetiva”

  1. Concordo com tudo o que o irmão escreveu. E como o Pastor destacou bem, o STJD não só está na contramão da Palavra de Deus, como também da própria constituição, ou seja , quer assumir o papel de Legislador.

  2. Graças a Deus pela iniciativa de homens de Deus que a exemplo do Rev Hernandes se pronunciam contra esta aberração desmedida cometida pelas nossas autoridades insensatas e inconseqüentes.É lamentável, mas estamos presenciando o cúmulo da incoerência, os mesmos que dizem que a família é a célula máter da sociedade promovem a relação homoafetiva. Os mesmos que elogiam a estabilidade de uma relação homoafetiva, desestabelizam a família e até promovem o divórcio com a maior naturalidade. Os mesmos que desacreditam no amor conjugal, pregam o amor na relação homoafetiva no intúito de justifica-la.

  3. graça e paz, reverendo hoje em BRASILIA-DF, teremos uma manifestação pacifica, contra a pl 122, estara na ocasião várias autoridades eclesiasticas, como também militares e governamentais. ajude-nos! a proclamar a esse covite a todo o povo de DEUS, a estarem alí as 15;00 horas unidos.ROMANOS 1.26,27,32- ”pelo que DEUS os abandonou ás paixões infames. porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário á natureza.
    E, semelhante, tambem os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homem com homem, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
    os quais, conheçendo a justiça de DEUS ( que são dignas de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.
    SÓ ESCREVI, AQUILO QUE DEUS ACHA DE TUDO ISSO QUE ESTA ACONTEÇENDO EM NOSSO CONTEXTO HISTORICO

  4. Como disse o ministro do Supremo

    O que a aprovação da lei causará ao hetero? Nada
    O que a aprovação da lei causará ao homo? Muito.

    Racismo e preconceito não é Deus.

    Abaixe a inquisição

  5. Reverendo Hernandes,

    Recentemente com grande tristeza fiquei sabendo que duas denominações presbiterianas acabam de decidir no plenário de suas Assembleias Gerais que homossexuais praticantes podem ser pastores nas igrejas delas. A primeira foi a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América (PCUSA). Depois, foi a vez da Igreja Presbiteriana da Escócia.
    O assunto já foi postado, dissertado, comentado e lamentado no Portal da Igreja Presbiteriana do Brasil http://www.ipb.org.br .
    Lembro apenas que em Mt 16.18 Cristo declara: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;”
    Sobre os últimos dias e as investidas do dragão sobre a igreja, em Ap 13.7 o apóstolo João profetiza: “Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação.”
    E finalmente em Ap 14.12-13 diz: “Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Então ouvi uma voz do céu, que dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanham.”
    Não sejamos enganados com as facetas do liberalismo e resistamos irmãos, firmados na Palavra e na fé em Cristo. E oremos para que não ocorra o mesmo na igreja no Brasil.
    Cristo afirma em Ap 22.20 “Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém; vem, Senhor Jesus.”
    A graça do Senhor Jesus seja com todos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *