O lugar das crianças no reino de Deus

INTRODUÇÃO

William Barclay diz que só compreenderemos a beleza desta passagem quando observamos quando esse fato aconteceu.[1] Jesus estava indo para Jerusalém. Ele marchava para a cruz. Foi nessa caminhada dramática, dolorosa, que ele encontrou tempo em sua agenda e espaço em seu coração para acolher as crianças, orar por elas e abençoá-las.

Marcos 10.1-31 apresenta uma seqüência lógica: casamento (10.1-12), crianças (10.13-16) e propriedades (10.17-31).[2] Jesus, apesar de caluniado e perseguido pelos escribas e fariseus, era considerado pelo povo como profeta (Lc 24.19). Daí a confiança do povo em trazer-lhe suas crianças para que por elas orasse e as abençoasse.[3] O simples fato de Jesus tomar as crianças em seus braços revela a personalidade doce do Senhor Jesus.

Há três grupos que merecem destaque aqui:

1. Os que trazem as crianças a Jesus – (10.13)

As crianças não vieram; elas foram trazidas. Algumas delas eram crianças de colo, outras vieram andando, mas todas foram trazidas. Devemos ser facilitadores e não obstáculo para as crianças virem a Cristo.

Os pais ou mesmo parentes reconheceram a necessidade de trazer as crianças a Cristo. Eles não as consideram insignificantes nem acharam que elas pudessem ficar longe de Cristo. Esses pais olharam para seus filhos como bênção e não como fardo, como herança de Deus e não como um problema (Sl 127.3). Aqueles que trazem as crianças a Cristo reconhecem que elas precisam de Jesus. Era costume naquela época, os pais trazerem seus filhos aos rabis para que eles orassem por eles. A palavra grega paidia referia-se a fase da primeira infância até ao período da pré-adolescência.[4] Lucas usa brephos (Lc 18.15), que a princípio significa bebê, depois também criança pequena, mas nos versos 16 e 17 também tem duas vezes paidion.[5]

As crianças podem e devem ser trazidas a Cristo. Na cultura grega e judaica as crianças não recebiam o valor devido, mas no Reino de Deus elas não apenas são acolhidas, mas também são tratadas como modelo para os demais que querem entrar.

Adolf Pohl corretamente interpreta o ensino de Jesus, quando afirma:

Não deixe as crianças esperar; não hesite em traze-las ara as mãos de Jesus, não conte com “mais tarde”: mais tarde, quando você for maior, quando entender mais a Bíblia, quando for batizado, etc. As crianças podem ser trazidas com muita confiança no poder salvador de Jesus. O reinado de Deus rompe a barreira da idade assim como a barreira sexual (o evangelho para mulheres), da profissão (para cobradores de impostos), do corpo (para doentes), da vontade pessoal (para endemoninhado) e da nacionalidade (para gentios). Portanto, também as crianças podem ser trazidas dos seus cantos para que Jesus as abençoe.[6]

2. Os que impedem as crianças de virem a Cristo – (10.13)

Os discípulos de Cristo mais uma vez demonstram dureza de coração e falta de visão. Em vez de serem facilitadores, tornaram-se obstáculos para as crianças virem a Cristo. Eles não achavam que as crianças fossem importantes, mesmo depois de Jesus ter ensinado claramente sobre isso (9.36,37).[7]

Os discípulos não compreenderam a missão de Jesus, a missão deles e nem a natureza do Reino de Deus.

Os discípulos repreendiam aqueles que traziam as crianças por acharem que Jesus não devia ser incomodado por questões irrelevantes. O verbo grego usado pelos discípulos indica que eles continuaram repreendendo enquanto as pessoas traziam seus filhos.[8] Eles agiam com preconceito. Podemos impedir as pessoas de trazerem as crianças a Cristo por comodismo, por negligência, ou por uma falsa compreensão espiritual.

3. Os que abençoam as crianças – (10.16)

Jesus demonstra amor, cuidado e atenção especial com todos aqueles que eram marginalizados na sociedade. Ele dava valor aos leprosos, aos enfermos, aos publicanos, às prostitutas, aos gentios e agora, às crianças.

O texto em tela tem três grandes lições, segundo James Hastings: um encorajamento, uma reprovação e uma revelação.[9]

I. UM ENCORAJAMENTO – (10.14)

O encorajamento era para os pais das crianças e para as próprias crianças, embora a palavra tenha sido dirigida aos discípulos: “Deixar vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus” (10.14). Jesus manda abrir o caminho de acesso a ele para que as crianças possam vir. Algumas verdades são enfatizadas aqui:

1. A afeição de Jesus às crianças – (10.14)

Não é a primeira vez que Jesus demonstra amor às crianças. Ele diz que quem recebe uma criança em seu nome é o mesmo que receber a ele próprio (9.36,37). Jesus afirma, por outro lado, que fazer uma criança tropeçar é uma atitude gravíssima (9.42). Agora, Jesus acolhe as crianças, toma-as em seus braços, ora por elas, impõe as mãos sobre elas e as abençoa (10.16).

2. O convite de Jesus para os pais trazerem os filhos – (10.14)

Jesus encoraja os pais ou qualquer outra pessoa a trazer as crianças a ele. As crianças podem crer em Cristo e são exemplo para aqueles que crêem. Levar as crianças a Cristo é a coisa mais importante que podemos fazer por elas.

John Charles Ryle diz que devemos aprender com esta passagem a grande atenção que as crianças devem receber da Igreja de Cristo. Nenhuma igreja pode ser considerada saudável se não acolhe bem as crianças. Jesus, o cabeça da igreja, encontrou tempo para dedicar-se às crianças. Ele demonstrou ser o cuidado com as crianças um ministério de grande valor.[10]

3. O convite de Jesus para as crianças virem a ele – (10.14)

As crianças de colo precisam ser trazidas a Cristo, mas outras podiam vir por si mesmas. Elas não deveriam ser vistas como impossibilitadas nem impedidas de virem a Cristo. Na religião judaica somente depois dos treze anos uma criança podia iniciar-se no estudo da Lei. Mas, Jesus revela que as crianças devem vir a ele para receberem seu amor e sua graça.

II. UMA REPROVAÇÃO – (10.14)

1. A indignação de Jesus – (10.14)

Jesus se indignou quando viu que os discípulos afastaram as pessoas em vez de introduzi-las a ele. A palavra grega aganakteo sugere uma forte emoção. Este é o único lugar nos evangelhos onde Jesus dirige sua indignação aos discípulos, exatamente quando eles demonstram preconceito com as crianças.[11] Jesus fica indignado quando a igreja fecha a porta em vez de abri-la. Jesus fica indignado quando identifica o pecado do preconceito na igreja.

Jesus já ficara indignado com seus inimigos, mas agora fica indignado com os discípulos. É a única vez que o desgosto de Jesus se direciona aos próprios discípulos, quando se tornam estorvo em vez de bênção, quando eles levantam muros em vez de construir pontes.

A indignação de Jesus aconteceu concomitantemente com o seu amor. A razão pela qual ele se indignou com os seus discípulos foi o seu amor profundo e compassivo para com os pequeninos, e todos os que os trouxeram.[12] Ao choque para os pais, no entanto, segue um choque para os discípulos.[13] Uma ordem dupla reverte as medidas deles: Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis.

2. Por que Jesus reprovou os discípulos tão severamente?

Em primeiro lugar, porque a conduta deles foi errada com aqueles que traziam as crianças. Os pais daquelas crianças as trouxeram a Jesus porque criam que ele era profeta, que ele poderia orar por elas e abençoá-las. Elas estavam vindo à pessoa certa com a motivação certa e mesmo assim foram barradas pelos discípulos.

Em segundo lugar, porque a conduta deles foi errada com as próprias crianças. Jesus já havia falado que as crianças tinham a capacidade de crer nele e que é um grave pecado servir de tropeço às crianças (9.42). Os discípulos estavam imitando os fariseus que se colocavam no meio do caminho impedindo as pessoas de entrarem no Reino.

Em terceiro lugar, porque a conduta deles foi errada com o próprio Jesus. A atitude deles fazia as pessoas concluírem que Jesus era uma pessoa preconceituosa e sofisticada como as autoridades religiosas de Israel. Jesus, entretanto, já havia dado fartas provas de sua compaixão com os necessitados e excluídos.

Em quarto lugar, porque a conduta deles foi contrária ao ensino de Cristo. O ensino de Jesus é claro: “Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele” (10.15). Jesus está demonstrando que não há nenhuma virtude em nós que nos recomende ao reino. Se quisermos entrar no reino precisamos despojar-nos de toda pretensão como uma criança. Obviamente, Jesus não está dizendo que seus discípulos devem imitar “qualidades infantis”, mas devem receber o reino de Deus do mesmo modo como uma igreja recebe alguma coisa. Naquela cultura as crianças eram consideradas insignificantes e indignas de atenção; não podiam reivindicar coisa alguma. Podiam somente receber o que lhes era oferecido pelos adultos responsáveis. Da mesma maneira, uma pessoa deve confiar em Deus e receber dele o reino como um dom de sua graça.[14]

Em quinto lugar, porque a conduta deles foi contrária à prática de Cristo. Jesus nunca escorraçou as pessoas. Ele jamais mandou embora aquele que vem a ele (Jo 6.37). Ele convida a todos (Mt 11.28). Jesus tomou as crianças em seus braços, impôs sobre elas as mãos, as abençoou (10.16) e orou por elas (Mt 19.13). Jesus recebia pecadores e comia com eles.

3. Por que os discípulos impediram as pessoas de trazerem as crianças a Jesus?

Em primeiro lugar, por causa da preocupação deles com o próprio Jesus. Os discípulos demonstraram zelo sem entendimento. Eles queriam blindar Jesus, protegendo-o de desgastes desnecessários, especialmente naquela hora de grande tensão, quando Jesus estava indo para Jerusalém para ser preso. Porém, Jesus revela seu grande apreço às crianças e pára sua jornada para abençoar as crianças e repreender os discípulos.

Em segundo lugar, por causa da dúvida deles acerca da capacidade das crianças de entenderem Jesus. Os discípulos devem ter julgado as crianças incapazes de discernir as coisas espirituais e assim procuraram mantê-las longe de Jesus. Nem os filósofos gregos nem os rabinos judaicos concediam grande importância às crianças.[15] Na época de Jesus dar atenção a uma criança “era uma perniciosa perda de tempo, como beber muito vinho ou associar-se com os ignorantes”.[16] Somente com treze anos um menino podia tomar sobre si a responsabilidade de cumprir a Lei.[17] Falamos para as crianças comportarem-se como os adultos, mas Jesus ensinou que os adultos devem imitar as crianças.[18]

Em terceiro lugar, por causa do esquecimento deles com respeito ao valor das crianças. Os discípulos devem ter pensado que as crianças estavam aquém da possibilidade de serem salvas. Mas as crianças fazem parte da família de Deus. Elas estão incluídas no pacto que Deus fez conosco. Os nossos filhos são santos (1Co 7.14). Eles não devem ser impedidos de vir a Cristo. Receber uma criança em nome de Jesus é receber a Jesus. A criança não apenas deve vir a Cristo, mas constitui-se em modelo para os que crêem. Quando uma criança é salva, ela pode dedicar toda sua vida a Cristo.

4. Como as crianças podem ser impedidas de virem a Jesus?

Em primeiro lugar, quando deixamos de ensiná-las a Palavra de Deus. Timóteo aprendeu as sagradas letras que o tornaram sábio para a salvação desde sua infância (2Tm 3.15). A Bíblia diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv 22.6). Os pais devem ensinar os filhos de forma dinâmica e variada (Dt 6.1-9).

Em segundo lugar, quando deixamos de dar exemplo a elas. Escandalizar uma criança e servir de tropeço para ela é um pecado de conseqüências graves (9.42). Ensinamos as crianças não só com palavras, mas, sobretudo, com exemplo. Influenciamos as crianças sempre, seja para o bem ou para o mal.

Em terceiro lugar, quando julgamos que as crianças não merecem a nossa maior atenção. Os discípulos julgaram que aquela não era causa tão importante ao ponto de ocupar um lugar na agenda de Jesus. Eles na intenção de poupar Jesus e administrar sua agenda, revelaram seu preconceito com as crianças e sua escala de valores desprovida de discernimento espiritual.

III. UMA REVELAÇÃO – (10.14)

Jesus é enfático, quando afirma: “… porque dos tais é o reino de Deus” (10.14). Isso tem a ver com a natureza do reino de Deus. O que Jesus não quis dizer com essa expressão?

Em primeiro lugar, que as crianças são criaturas inocentes. O pecado original atingiu toda a raça. Somos concebidos em pecado e nos desviamos desde a concepção. A inclinação do nosso coração é para o mal e as crianças não são salvas por serem crianças inocentes. Elas, também, precisam nascer de novo e crer no Senhor Jesus. Adolf Pohl diz que no Novo Testamento as crianças não são anjinhos. Elas são briguentas (1Co 3.1-3), imaturas (1Co 3.11; Hb 5.13), fáceis de seduzir (6.4), imprudentes (1Co 14.20), volúveis (Ef 4.14), dependentes ((Gl 4.1,2).[19]

Em segundo lugar, que as crianças estão salvas pelo simplesmente fato de serem crianças. A salvação não tem a ver com faixa etária. Nenhuma pessoa é salva por ser criança ou velha, mas por crer em Jesus. Quando uma criança morre antes da idade a razão, ela vai para o céu não por ser criança, mas porque o Espírito Santo aplica nela a obra da redenção. Nenhuma criança entra no céu pelos seus próprios méritos, mas pelos méritos de Cristo.

Vejamos agora, o que Jesus quis dizer, quando disse que às crianças pertence o reino de Deus:

Em primeiro lugar, as crianças vêm a Cristo com total confiança. Elas crêem e confiam. Elas se entregam e descansam. Devemos despojar-nos da nossa pretensa capacidade e sofisticação e retornarmo-nos para a simplicidade dos infantes, confiando em Jesus com uma fé simples e sincera.[20] Jesus está dizendo que o reino de Deus não pertence aos que dele se acham “dignos”, ao contrário, é um presente aos que são “tais” como crianças, isto é, insignificantes e dependentes. Não porque merecem recebê-lo, mas porque Deus deseja conceder-lhes (Lc 12.32). Os que reivindicam seus méritos não entrarão nele, pois Deus dá o seu reino àqueles que dele nada podem reivindicar.[21]

Em segundo lugar, as crianças vivem na total dependência. Assim como as crianças descansam na provisão que os pais lhe oferecem, devemos também descansar na obra de Cristo, na providência do Pai e no poder do Espírito.

IV. UMA ATITUDE – (10.16)

Jesus não apenas acolhe as crianças e repreende os discípulos, mas faz três coisas importantes:

Em primeiro lugar, ele toma as crianças em seus braços. Com isso Jesus revela seu carinho, aceitação, valorização, proteção e cuidado com as crianças.

Em segundo lugar, ele impõe as mãos sobre as crianças. Os pais trouxeram as crianças para que Jesus as tocasse (Lc 18.15) e orasse por elas (Mt 19.13). Jesus em vez de concordar com os discípulos, mandando-as embora, chamou-as para junto de si (Lc 18.16) e impôs sobre elas as mãos. Jesus invocou as bênçãos espirituais sobre aquelas crianças. Jesus toma a primeira criança em seus braços e coloca a sua mão na cabeça do infante. Então, com ternura ele a abençoa por meio de uma oração valiosa ao Pai, para que seu favor seja derramado sobre ela. Ao terminar sua oração, ele devolve a criança para a pessoa que a havia trazido, pega a criança seguinte, e assim sucessivamente, até ter abençoado todas elas.[22]

Em terceiro lugar, ele as abençoou. O verbo grego kateuloei revela uma grande força de intensidade, evidenciando que sua bênção foi fervente. O verbo também está no tempo imperfeito, demonstrando que Jesus continuou abençoando as crianças.[23] Jesus via as crianças como filhos da promessa, como herança de Deus, como alvos do seu amor e como exemplo para todos os que desejam entrar no seu reino.

CONCLUSÃO

Jesus indignou-se com a atitude preconceituosa dos discípulos, acolheu as crianças e disse que elas são modelos para os adultos (10.15). A receptividade das crianças está em contraste com a dureza dos líderes religiosos, que tinham conhecimento, mas não fé genuína. Sobre as nove declarações com “amém” (em verdade vos digo) em Marcos, esta aqui está em tom de ameaça. Só entra no reino quem se fizer como uma criança.[24]

As crianças são modelos em sua humilde dependência de outros, receptividade e aceitação de sua condição. Nós entramos no reino de Deus pela fé, como crianças: inaptos para salvar-nos, totalmente dependentes da graça de Deus. Nós desfrutamos do reino de Deus pela fé, crendo que o Pai nos ama e irá atender nossas necessidades diárias. Quando uma criança é ferida, o que ela faz? Corre para os braços do pai ou da mãe. Esse é um exemplo para o nosso relacionamento com o Pai Celestial. Sim, Deus espera que sejamos como crianças e não infantis.[25]

Receber o reino de Deus como uma pequena criança significa aceitá-lo com simplicidade e confiança genuína, bem como humildade despretenciosa.[26] O reino de Deus é o domínio de Deus no coração e na vida do ser humano juntamente com todas as bênçãos que resultam desse domínio. Entrar no reino é ser salvo, é ter a vida eterna.

Nós estamos ajudando ou atrapalhando as crianças de virem a Cristo? Estamos recebendo o reino de Deus com a confiança sincera de uma criança?

[1] William Barclay. Marcos. 1974: p. 252.
[2] William Hendriksen. Marcos. 2003: p. 485.
[3] Egidio Gioia. Novas e Comentários à Harmonia dos Evangelhos. 1969: p. 269.
[4] Bruce B. Barton et all. Life Application Bible Commentary on Mark. 1994: p. 285.
[5] Adolf Pohl. Evangelho de Marcos. 1998: p. 296.
[6] Adolf Pohl. Evangelho de Marcos. 1998: p. 297.
[7] Warren W. Wiersbe. Be Diligent. 1987: p. 99.
[8] Bruce B. Barton et all. Life Application Bible Commentary on Mark. 1994: p. 285.
[9] James Hastings. The Great Texts of the Bible. Mark. Vol. 9. N.d.: p. 231.
[10] John Charles Ryle. Mark. 1993: p. 147,148.
[11] Bruce B. Barton et all. Life Application Bible Commentary on Mark. 1994: p. 286.
[12] William Hendriksen. Marcos. 2003: p. 487.
[13] Adolf Pohl. Evangelho de Marcos. 1998: p. 297.
[14] Dewey M. Mulholland. Marcos: Introdução e Comentário. 2005: p. 158,159.
[15] Ernesto Trenchard. Una Exposicion del Evangelio según Marcos. 1971: p. 121.
[16] Paul J. Achtemeier. Invitation to Mark. Dougleday & Co. 1978: p. 146.
[17] Dewey M. Mulholland. Marcos: Introdução e Comentário. 2005: p. 158.
[18] Warren W. Wiersbe. Be Diligent. 1987: p. 99.
[19] Adolf Pohl. Evangelho de Marcos. 1998: p. 298.
[20] J. Vernon McGee. Mark. 1991: p. 123.
[21] Dewey M. Mulholland. Marcos: Introdução e Comentário. 2005: p. 159.
[22] William Hendriksen. Marcos. 2003: P. 489.
[23] Bruce B. Barton et all. Life Application Bible Commentary on Mark. 1994: p. 287.
[24] Adolf Pohl. Evangelho de Marcos. 1998: p. 298.
[25] Warren W. Wiersbe. Be Diligent. 1987: p. 99.
[26] William Hendriksen. Marcos. 2003: p. 487.

Rev. Hernandes Dias Lopes.

3 comentários em “O lugar das crianças no reino de Deus”

  1. Louvo a Deus pela sua vida de dedicação ao ministério da palavra. Tenho sido edificada e usufruído dos seus escritos como fonte de pesquisa.
    Sou pastora e ministro mais para crianças. Seus escritos tem sido de grande valia para minhas mensagens. Deus te abençoe e te de vida longa!

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