MÃES QUE INFLUENCIARAM A HISTÓRIA

O grande estadista americano, Abraão Lincoln, disse,  com razão, que as mãos que embalam o berço, governam o mundo. Peter Marshall, capelão do senado americano, disse que as mães são as guardas fontes. Ninguém exerce tanta influência sobre os filhos como as mães. Mônica orou trinta anos, com lágrimas, por seu filho Agostinho. Ambrósio, disse que um filho de tantas lágrimas jamais poderia se perder. Convertido a Cristo, Agostinho tornou-se o maior expoente da igreja, e mesmo tendo vivido há mais de mil e quinhentos, sua influência reverbera até aos nossos dias. Mulheres piedosas são mães que influenciam a história, pois oram pelos filhos e ensinam a eles as Sagradas Escrituras. Elencamos, abaixo algumas mães que, usadas por Deus, influenciaram a história:

Em primeiro lugar, Joquebede, a mãe que não aceitou passivamente a morte do filho. Quando Moisés nasceu, já estava sentenciado de morte. A pena capital vinha da autoridade máxima do maior império do mundo. O poder cruel dos Faraós era irresistível. A máquina de morte desse déspota era avassaladora. Porém, a coragem de uma mãe resistiu ao maior império do mundo. Joquebede não desistiu de seu filho. Com coragem indômita e fé inabalável em Deus, salvou seu filho da morte e preparou-o para ser o libertador do seu povo.

Em segundo lugar, Ana, a mãe que não desistiu de gerar um filho para depois consagrá-lo à obra de Deus. Ana era estéril e ainda humilhada pela sua rival. Seu cálice diário transbordava das lágrimas que jorravam de seu coração partido de dor. Suas orações subiam aos céus enquanto seus joelhos se dobravam na terra. Deus ouviu seu clamor, abriu sua madre e ela concebeu e deu à luz a Samuel, o homem que trouxe de volta a nação apóstata para a presença de Deus. Ana não desistiu de ser mãe. Ela ousou consagrar seu filho a Deus.

Em terceiro lugar, Abigail, a mãe que salvou seus filhos de um massacre. Abigail era casada com Nabal, um homem duro no trato, com quem ninguém podia falar. Seu marido era rico, porém, louco. Tinha muitos bens, mas usava-os apenas para si. Embora não fosse rei, dava banquetes como se rei fosse, deixando-se dominar pela embriaguez. Davi e seus homens, sentindo-se injustiçados por esse filho de Belial, decidiram eliminá-lo com toda a sua casa. Abigail, com pressa e prudência saiu ao encontro de Davi e interrompeu sua marcha furiosa. Abrandou o coração do rei e impediu que o massacre fosse decretado sobre seus filhos. Ela teve pressa para salvar a sua família. Ela encontrou graça diante de Davi e salvou sua casa da morte.

Em terceiro lugar, Maria, a jovem que se colocou nas mãos de Deus para ser a mãe do Salvador. Maria era noiva de José, quando o anjo Gabriel comunicou-a que seria a mãe de Jesus, o Salvador. Ao perguntar como seria isso, o anjo explicou que que desceria sobre ela a sombra do Altíssimo e a ela conceberia por obra do Espírito Santo e seu filho seria chamado Filho de Deus. Mesmo sabendo dos sérios riscos que enfrentaria, colocou-se à disposição de Deus, para fazer sua vontade. Encontrando graça aos olhos de Deus e sendo bem-aventurada entre as mulheres, carregou em seu ventre o Filho do Altíssimo e amamentou o criador do universo.

Em quarto lugar, Eunice, a mãe que ensinou seu filho as sagradas letras. Eunice, auxiliada por sua mãe Loide, dedicou a ensinar as sagradas letras a Timóteo, desde sua infância. Esse menino vendo uma fé sem fingimento em sua genetriz e em sua avó, mais tarde é transformado no maior cooperador do apóstolo Paulo. Embora jovem, tímido e doente tornou-se um grande líder da igreja cristã, a despeito de toda a amarga perseguição que se abateu sobre ela. Que Deus nos dê mães dessa envergadura, que ousem gerar filhos para a glória de Deus e perseverança para orar por eles até que sejam colocados como coroas de glória nas mãos do Senhor.

Rev. Hernandes Dias Lopes

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