Quando a religião perde o seu poder

INTRODUÇÃO

O povo de Israel fazia contínuas peregrinações aos santuários de Betel, Berseba e Gilgal, mas não caminhavam na direção de Deus, antes, aprofundavam-se ainda mais no pecado. Eles divorciaram a religião da vida. Eles separaram a teologia da ética. Eles tentaram subornar a Deus com uma religião pomposa, mas acabaram provocando ainda mais sua ira, pois professavam uma coisa e viviam outra bem diferente.

Betel, casa de Deus, lugar do encontro transformador e re-orientador da vida tornou-se o centro da idolatria. O bezerro de ouro e não Deus era o centro daquele culto. Eles iam ao santuário, mas voltavam para casa sem nenhuma transformação.

Berseba, por sua vez, era o lugar onde os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó ouviram as promessas da companhia de Deus, mas Deus não podia estar com o povo, pois este estava mergulhado nos seus mais escandalosos pecados (Js 7.12). Deus honra aqueles que o honram, mas desmerece aos que o desprezam (1Sm 2.30). Deus se torna para aqueles que se tornam a ele (Ml 3.7) e se achega àqueles que se chegam a ele (Tg 4.8).

Gilgal era o lugar que sinalizava a posse da herança e das grandes conquistas e vitórias, mas em vez de conquista em Gilgal enfrentaram o desterro e as derrotas mais amargas. Uma religião falsa não pode nos ajudar em relacionamento com Deus nem com o próximo; muito menos pode nos socorrer no dia da calamidade. As esperanças nutridas e alimentadas por uma doutrina falsa e uma ética trôpega desvanecem-se inexoravelmente.

Consideremos a prática religiosa vivida nos templos de Berseba e Gilgal.

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